BARRAGEM DE AMARAJI MESMO COM SUA CAPACIDADE ACIMA DO NORMAL DEIXA GRAVATÁ SEM ÁGUA

Uma coisa é certa, a população gravataense está sendo enganada. Há meses clientes de Gravatá, agreste pernambucano, estão sofrendo com o rodízio de água criado pela Compesa. Agora, diversas áreas cobertas pelo serviço estão tendo a liberação de água durante vinte e quatro horas, em contrapartida estão sendo deixadas outros dez dias sem o fornecimento. A alegação é de que uma das principais barragens que abastece o município situada a 38,3 km de distância na cidade vizinha Amaraji (PE) está com seu nível de capacidade abaixo do normal.

No entanto, não é isso que alega os nativos daquela região. Segundo eles, o volume da barragem está acima do normal desde janeiro deste ano. Em alguns bairros os relatos de ausência do líquido precioso chegam aos vinte dias. O Portal GN tentou entrar em contato com o gerente do escritório da COMPESA em Gravatá, Ricardo Malta, mas das vezes que conseguimos ter as chamadas atendidas ele encontrava-se em serviço externo.

Enquanto a barragem está transbordando, os moradores da cidade serrana sofrem com a escassez de água, por outro lado as contas não param de chegar regularmente aos clientes com taxas mensal de uso. Grupos e líderes comunitários estão se mobilizando para formalizar uma denúncias ao Ministério Público Federal e Estadual (MPPE) (MPF/PE) em desfavor da companhia e de seus responsáveis setoriais. Enquanto falta água nas residências o sistema de abastecimento está sendo feito por carros-pipas que cobram preços absurdos por cada compartimento.

Do Gravatá Notícias.

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