CRÔNICA DE NATAL, POR SIRLEIDE SOUZA

– “João: Moço…

Antônio: Oi garotinho, você quer um brinquedo né?

João: Não moço, eu queria na verdade era R$ 5,00.

Antônio: Mais para que você quer R$5,00?

João: Queria não por mim, mais sim pela minha irmãzinha, que está passando fome, pois meus pais não tem dinheiro de comprar o leite dela.”.

Antônio um personagem fictício, mas que na vida real simboliza alguém que sentiu na pele a situação vivida acima e ficou emocionado e diante do pedido não pensou duas vezes tirou o dinheiro de sua carteira e entregou ao garotinho, que saiu dali pulando de alegria, com aquele belo gesto do de Antônio. Naquele momento não só o Antônio mais sim todos que estavam próximo se emocionaram com aquele lindo e emocionante gesto do garoto, que apesar de todas as dificuldades que existiam em seu caminho não mediu esforços para ajudar a sua irmã que passava por necessidades. E com isso percebemos que para um verdadeiro gesto de amor não se mede esforços.

Muitas pessoas acham que o significado do natal é estar elegante, ter uma grande e bonita ceia em sua casa, tudo na maior luxuria, mais acabam esquecendo, realmente o que importa é que sejamos felizes ao lado de quem amamos, esquecem que Jesus morreu na cruz por nós, e muitas vezes nós não paramos para ver que talvez aquele vizinho, aquele conhecido ou até mesmo um estranho que não tenha condições.

Existem pessoas que não tem nenhum lugar para poder passar o natal, e isso nos mostra que podemos fazer algo para tentar mudar essa realidade ou até quem sabe acabar com isso na nossa sociedade. O que nos custa fazermos uma cesta básica e entregarmos aos que necessitam? Para muita gente uma cesta básica não significa nada, um brinquedo não importa, mais para aqueles que não têm condições de ter nada disso, vale demais, significa a alegria, a chance de eles terem um Natal. A felicidade de ver aqueles sorrisos e saber que você contribuiu com aquele lindo gesto. Natal não é apenas ter, é fazer a diferença na vida daqueles que realmente precisam de você, é saber que você foi o motivo daquele sorriso, daquela felicidade.

Por Sirleide Souza, estudante do segundo ano da EREM Antônio Alves de Araújo.

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