VEREADORES DENUNCIAM E ACUSAM PREFEITO DE GRAVATÁ POR CORRUPÇÃO

Os vereadores de Gravatá no agreste do estado protocolaram representações junto ao Procurador Geral do Ministério Público de Pernambuco, Aguinaldo Fenelon e à Polícia Federal, denunciando o prefeito da cidade de Gravatá, Bruno Martiniano (PTB), e sua esposa por terem adquirido bens incompatíveis com suas rendas, durante a gestão à frente da Prefeitura de Gravatá.
Para tanto, afirmam os vereadores que o prefeito de Gravatá teria ganho 48 lotes de propina no loteamento Baraúna, após ter aprovado o projeto para loteamento do mesmo e colocou os 48 lotes no nome de seu sogro, o Sr. Paulo Roberto Mello Carvalho fazendo em seguida uma procuração (em anexo) dando plenos poderes ao Prefeito.
O mesmo aconteceu com a compra de um apartamento na avenida Boa Viagem, onde segundo os vereadores de oposição o prefeito comprou em nome do seu secretário de obras e ao mesmo tempo passando uma procuração especifica dando plenos poderes a esposa do prefeito.
Um pedido de instalação de CPI, para investigar as denúncias apresentadas pelos vereadores de oposição, em Gravatá, encontra-se pendente de despacho do presidente da Câmara desde agosto deste ano, sem qualquer pronunciamento. sendo que o Presidente da Câmara de vereadores de Gravatá o vereador Pedro Martiniano é irmão do Prefeito Bruno Martiniano e de forma arbitraria não tem interesse em instaurar a CPI para investigar as denúncias e a vasta documentação que comprova as transações irregularidades do Prefeito e sua esposa que também é secretária de Ação Social.
As denúncias, todas acompanhadas de farta documentação, envolvem desde terrenos em Gravatá, um apartamento de luxo na Av. Boa Viagem, flats, contas bancárias de empresas e até um automóvel Mercedes Bens, que ficaria guardado na garagem de um edifício de luxo no Recife.
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