TRÊS JOVENS SÃO PRESOS ACUSADOS DE ESTUPRAR GAROTA E DIVULGAR IMAGEM NO WHATSAPP

Três jovens de classe média alta foram presos nesta quinta-feira, em Timbaúba, na Zona da Mata de Pernambuco, em cumprimento a mandados de prisão sob a acusação de estupro contra uma jovem de 22 anos. O ato foi praticado em maio deste ano, em um motel da cidade, quando a vítima alegou à polícia estar inconsciente, uma vez que havia ingerido bastante bebida alcoólica. Na ocasião, ela foi fotografada semi-nua e teve a imagem compartilhada pelo suspeitos através do Whatsapp.
Joaquim Francisco de Melo Cavalcanti, conhecido por “Quinca”, de 20 anos, e Paulo José Carlos de Mendonça Filho, chamado de “Paulinho”, de 19, foram presos por volta das 7h nas suas respectivas residências. Já Ivson Henrique Bernardo de Meneses, 18, foi detido no estabelecimento comercial pertencente ao seu pai, um importante comerciante da região. “Todos são filhos de famílias tradicionais da cidade”, disse o delegado Hilton Lira, que comandou as prisões. As investigações foram iniciadas em maio. Os mandados foram expedidos pelo Juiz de Direito da 1ª Vara da Comarca de Timbaúba, mediante representação do Promotor de Justiça local.
Em depoimento à polícia, os jovens confessaram ter divulgados as fotos, mas se defenderam da acusação de estupro. “Eles disseram que estavam bebendo com ela e alegaram que praticaram o ato sexual com o consentimento da garota”, explicou o delegado. “Já a jovem disse ter perdido a consciência, afirmando que só foi saber que tinha sido estuprada no outro dia”, completou. Segundo a polícia, o fato tomou grande repercussão na comunidade, visto que os envolvidos, acusados e vítima, são pessoas da alta sociedade timbaubense.
Dos detidos, Joaquim e Paulo foram recolhidos para a cadeia pública local, enquanto Ivson está à disposição da Vara da Infância e da Juventude, aguardando o destino. Na época do crime, Ivson tinha 17 anos, por isso deve ser encaminhado à Funase. Os demais respondem pelo crime de estupro de vulnerável e corrupção de menor. Caso sejam condenados, Joaquim e Paulo podem pegar penas de até 15 anos de prisão.
Com informações da FolhaPE.
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