MISSA PARA CAMPOS E ASSESSORES REÚNE MILHARES EM PRAÇA DO RECIFE

A missa campal de corpo presente do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, do assessor de imprensa, Carlos Percol, e do fotógrafo Alexandre Severo, vítimas de um acidente aéreo na última quarta (13), em Santos (SP), foi celebrada neste domingo (17) pelo arcebispo de Olinda e Recife, dom Fernando Saburido. A celebração religiosa, que aconteceu na Praça da República, em frente ao Palácio do Campo das Princesas, sede do governo estadual, foi acompanhada por parentes, amigos e políticos, como a presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e o candidato a presidência pelo PSDB, Aécio Neves.
Milhares de pessoas acompanharam a celebração — a Polícia Militar ainda não tem o número oficial de presentes. A presidente Dilma Rousseff chegou pouco antes das 10h, acompanhada de Lula, e foi vaiada por alguns instantes, sendo depois aplaudida. Os dois foram recebidos pela família de Campos e por Marina Silva.
A mãe de Eduardo Campos, Ana Arraes, chegou visivelmente abalada, amparada pelo irmão, Guel Arraes. Os filhos de Campos e a viúva ficaram todo o tempo em torno do caixão. O irmão do ex-governador, Antônio Campos, agradeceu antes de se unir a família pelo carinho. “Nossa palavra é de agradecimento ao povo pernambucano e do Brasil pelo apoio e pelo caminho com todos”, disse.
O filho mais velho de Campos, João, ficou responsável pela primeira leitura do ato religioso. Os parentes de Percol e Severo também participaram da celebração, muito emocionados. O arcebispo destacou a união da família e o amor que os fortalece. “No instante do acidente, todos os vitimados estavam unidos em torno de Eduardo Campos, nos mesmos ideiais, e participaram dessa morte. A família está forte no amor que não morre”, destacou o religioso.
Entre as autoridades presentes estavam o ex-governador de São Paulo José Serra, os governadores Antônio Vilela Filho (AL), Agnelo Queiroz (DF), Renato Casagrande (ES), Jacques Wagner (BA), Geraldo Alckmin (SP); além do senador Aloysio Nunes, vice na chapa de Aécio, e o candidato ao governo de SP e ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Outros ministros do governo Dilma também ficaram na área reservada aos parentes autoridades, como Aloízio Mercadante, da Casa Civil, e Ideli Salvati, de Direitos Humanos.
Com informações do G1.
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