POLÍCIA FEDERAL DIVULGA BALANÇO FINAL DA OPERAÇÃO COFRE FÁCIL ONDE FORAM PRESOS 13 ASSALTANTE DOS CORREIOS EM PE

A Polícia Federal em Pernambuco divulgou as penas estabelecidas pela 4ª e 13ª Varas da Justiça Federal com relação a diversos crimes cometidos por assaltantes de agências dos correios dentro da Operação denominada “COFRE FÁCIL”, batizada assim, em razão da facilidade com que os bandidos tinham para a realização dos assaltos. A operação que teve a sua conclusão no dia 25.02.2013 desarticulou uma perigosa quadrilha armada especializada em assaltos a agências dos Correios em todo o estado de Pernambuco, os quais foram responsáveis por mais de 20 (vinte) assaltos no período de 1(um) ano. 
Tais bandidos começaram a ser presos no decorrer das investigações realizadas pela Polícia Federal que de uma forma integrada e conjunta com a Polícia Militar/PE (15º Batalhão, 5ª CIPM, 17º BPM e 18º BPM) repassava informações acerca dos locais e horários das investidas dos bandidos às respectivas agências, o que culminava com a frustração dos assaltos realizados e a conseqüente prisão de alguns integrantes em diversas locais tais como: Cabo de Santo Agostinho/PE, Ponte dos Carvalhos/PE, Ipojuca/PE, Camaragibe/PE, Barreiros/PE, Sanharó/PE e Abreu e Lima/PE.
O modo de atuação dessas quadrilhas era sempre o mesmo: os bandidos entravam nas agências dos correios, tomavam as armas dos vigilantes e retinham as pessoas no interior da agência não as deixando sair e quem entrava era rendido e colocado junto das outras vítimas, em seguida parte dos bandidos iam até o cofre da agência e do guichê de atendimento levando toda a quantia enquanto que os outros criminosos ficavam do lado de fora dando cobertura com viaturas ou motos para empreender fuga após os assaltos, atirando inclusive contra o efetivo policial.
Os crimes praticados pela quadrilha variam de acordo com o seu grau de participação e envolvimento em delitos previstos nos artigos 121 c/c 14, inciso I, 157 § 2º, incisos I e II, e 288 do Código Penal Brasileiro (tentativa de homicídio, roubo qualificado com emprego de violência e arma de fogo e formação de quadrilha) cujas condenações ensejariam penas que somadas ultrapassavam os 30 anos de reclusão.
Constatou-se que as penas mais pesadas foram para aqueles assaltantes que atiraram contra o efetivo policial, que utilizaram arma de fogo usando de violência para com as pessoas, fazendo-as reféns ou mentiram para a justiça não colaborando para elucidação dos fatos. Tais ações integradas entre as polícias federal e militar, inquérito conduzido de forma a demonstrar a autoria e culpabilidade dos infratores, aliado a ação do Ministério Público Federal e Justiça Federal através de um julgamento exemplar aplicando penas a altura da gravidade dos fatos, fez com que a ação desses criminosos pudessem diminuir sensivelmente em nosso estado. 
Essas penas representam apenas a condenação de um julgamento, e como esta quadrilha realizou assaltos em diversas localidades, tais penalidades ainda podem aumentar sensivelmente quando os outros crimes forem julgados.

Com informações da Assessoria.

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