MORRE, AOS 70 ANOS, O CANTOR REGINALDO ROSSI

O brega está de luto. O cantor e compositor Reginaldo Rodrigues dos Santos, de 70 anos, morreu na manhã desta sexta-feira (20), por volta das 9h25, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Memorial São José, no bairro do Derby, área Central do Recife. Reginaldo Rossi, como era conhecido artisticamente, estava internado no hospital desde o dia 27 de novembro deste ano, quando passou por um desconforto torácico. Segundo informações da equipe médica do cantor, a causa da morte foi devido a falência múltipla dos órgãos. O velório acontece esta sexta na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), às 16h30. O enterro será na tarde do sábado (21), às 17h30, no Cemitério Morada da Paz, na cidade de Paulista, Região Metropolitana.
Uma semana após ter sido internado no Memorial São José, Rossi passou por uma cirurgia para a retirada de um nódulo da axila direita. Uma biópsia e um exame chamado imuno-histoquímica foram realizados e detectaram a gravidade do tumor e o tipo de tratamento que seria feito. O médico do cantor, Jorge Pinho, informou que Rossi teria se recuperado bem da cirurgia. Mas cinco dias depois, o Rei do Brega voltou a sentir dores e retornou a UTI. O artista apresentava um quadro de hipertensão e insuficiência renal.
Na noite do dia 9 de dezembro, Rossi passou por uma nova cirurgia. Desta vez, foi realizado o procedimento de toracocentese. O objetivo foi retirar dois litros de líquido acumulado entre a pleura e o pulmão. O portal FolhaPE então antecipou que o cantor estaria com câncer de pulmão, confirmado pela equipe médica somente no último dia 11. O tratamento quimioterápico começou no mesmo dia, mas o cantor apresentou uma piora no quadro de saúde e foi sedado por conta de uma insuficiência respiratória.
Ainda no dia 11, fontes internas do Memorial São José informaram que o cantor Reginaldo Rossi passou por uma traqueostomia – procedimento cirúrgico no pescoço que estabelece um orifício artificial na traqueia, abaixo da laringe, indicado em emergências e nas intubações prolongadas – e que depende totalmente do uso de aparelhos para respirar. O cantor respondeu mal na primeira sessão de quimioterapia e logo precisou de hemodiálise e remédio para controlar a pressão. No dia 12, a pressão arterial havia sido estabilizada e o funcionamento dos rins e os exames laboratoriais também apresentaram melhoras.
Da Folhape
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